InícioRegistrar-seConectar-se

Compartilhe | 
 

 Alan Harvey

Ver o tópico anterior Ver o tópico seguinte Ir em baixo 
AutorMensagem
Alan Harvey

avatar

Masculino
Número de Mensagens : 601
Data de nascimento : 15/03/1988
Idade : 29
Curso : Física
Sexualidade : Heterossexual
Estado Civil : Solteiro

MensagemAssunto: Alan Harvey   22/11/2009, 13:15

DADOS ON

Nome completo: Alan Harvey
Apelido: Al - mas ele odeia
Data de nascimento: 15/03/1988
Idade: 21 anos
Local de nascimento: Santa Barbara, California, EUA
Estado civil: Solteiro
Sexo: Masculino
Sexualidade: Heterossexual
Idiomas: Inglês, russo e alemão
Curso/Profissão: Física - 3° Ano
Moradia: Athena's Fraternity


APARÊNCIA

Altura: 1.89m
Peso: 81kg
Físico: Pele branca, pálida. Olhos verdes, cabelos castanhos e lisos. Usa óculos de grau. Corpo magro e levemente definido, sempre escondido debaixo de camisas sociais e gravatas.
Outros: Tem uma tattoo de dragão, nas costas
Personalidade usada: Jon Kortajarena


BIOGRAFIA
Nasceu em Sta. Barbara e viveu lá por toda a sua vida pré-faculdade. Era uma criança hiperativa, vivia aprontando, arranjando briga com os outros garotos da sua idade, se machucando, desbravando locais nunca antes visitados e se metendo em confusão, mas sempre, sempre mesmo, dava um jeitinho pra livrar-se das broncas e castigos.
Os pais se divorciaram quando o moleque tinha 9 anos e talvez isso tenha sido o início de tudo.
Aos 10 anos deu seu primeiro beijo em Ana Clara Castillo, uma garota mexicana, filha da mulher que trabalhava na casa de Alan. Aos 12, perdeu sua virgindade com Rebecca Clark, sua vizinha, de 16. Porém, nada disso seria comparado às inúmeras namoradas e casos que teve durante sua adolescência. Charmoso, espontâneo e com um um sorriso lindo, Alan conquistava as meninas com certa facilidade, sempre dizendo tudo que elas queriam ouvir. Era um verdadeiro conquistador e, por esse motivo, tornou-se membro do grupinho pop do colégio. Ele, junto a George Brunner, Matt Frostrone e Daniel Harvey (seu primo, dois anos mais novo), formavam o grupo que aterrorizava o colégio. Sua HS inteira, Alan foi conhecido e respeitado. Era brilhante, inteligente acima da média, amando física, química e matemática. Passava cola pra todos da turma nas provas mais difícies e enrolava um professor como nenhum outro. Nos intervalos, saia falando com todo mundo, cumprimentando todos por quem passava, sempre sorrindo e contando piadas pra alegrar a galera.
Seu presente de 16 anos dos amigos foi uma tatuagem. Escolheu um dragão e quando a mãe - com quem ele morava - descobriu o desenho nas costas dele, ficou furiosa. Mas logo passou. Afinal, a tatuagem já estava feita mesmo.
Ainda aos 16 se apaixonou de verdade pela primeira vez. Seu nome era Diana Mitchell. Conseguiu ficar com ela por longos 7 meses, sem trai-la, o que já seria uma vitória muito grande, mas então ela terminou com ele, com aquele blablablá de "não é você, sou eu" e outras frases clichês do tipo. Alan nunca tinha sido rejeitado por uma garota e aquilo o deixou completamente revoltado. Naquela noite, já com 17 anos, ele e os amigos saíram para uma grande festa que estava acontecendo num bar popular da cidade. Passaram a noite inteira bebendo. Bebendo muito. Alan não lembra quase nada daquela noite depois de duas ou três horas lá.
O fato é que naquela noite, dia 18/09/2005, depois de virar quase a noite toda naquele bar, Matt, que era o único maior de idade da turma, avisou que estava rolando uma festa muito melhor do outro lado da cidade. Os garotos toparam ir pro outro bar, super animados. Alan, que era o menos bêbado dos quatro, recebeu as chaves do carro de Matt - que era o único também que tinha um carro - para guiá-los até lá. Não haveria problemas, todos pensaram, afinal, era sempre mesmo Alan quem os levava para casa no final das festas, sempre sendo aquele que bebeu menos.
Ligaram o som alto, levantaram o teto solar do carro e partiram, bebendo, cantando e mexendo com as pessoas na rua. Era quase 3 horas da manhã nesse momento. Tudo corria bem, até o momento em que estavam passando em frente a uma outra boate, ainda na metade do caminho para a tal festa. George e Matt mexeram com um grupo de rapazes universitários que estavam encostados no carro na esquina desta boate. Os universitários não gostaram muito, entrando no carro apenas para assustá-los, fingir que iam atrás. Alan acelerou, já alterado pela bebida e olhando pelo retrovisor do carro, sem prestar a atenção necessária a direção, e foi quando tudo aconteceu, rápido demais para que ele pudesse assimilar. Saindo da boate estavam duas garotas, que mais tarde eles descobririam ser Helen Corrigan e Patricia Jones. Helen, completamente embriagada, soltou-se da amiga que a ajudava a andar e, rindo, correu para atravessar a rua. Alan a atropelou. Estava em alta velocidade e só conseguiu parar vários metros a frente, quase no final da outra quadra, quando conseguiu compreender o que tinha acabado de acontecer e forçar a perna a freiar o automóvel. Os quatro estavam bêbados e confusos demais, mas saltaram do carro na mesma hora em que Alan parou, correndo para trás, para ver se a garota estava bem. Mas ao chegar lá, constataram que já estava morta.
Alan ficou atordoado e se afastou, acabando por cair na calçada, zonzo, tenso e, apoiando-se no meio-fio, vomitou.
A polícia foi chamada. Nesse momento, as pessoas da boate queriam massacrar quem estava dirigindo aquele carro, mas ninguém sabia dizer quem era. Matt puxou Alan, Dan e George pra um lado e mandou que eles ficassem calados e só concordassem com tudo que ele ia dizer. Em estado de choque, Alan concordou, e eles esperaram pela polícia sem se revelar ao povo enfurecido. Quando os policiais chegaram, muitas pessoas gritavam que o motorista tinha fugido. Matt somente se aproximou de um dos oficiais e avisou que o carro que tinha atropelado a moça era dele e que ele quem estava dirigindo, mas que não tinha dito nada até agora por medo do que as pessoas poderiam fazer. O policial entendeu e o levou para a viatura. Porém, antes disso, Matt deu instruções a George e Dan, para levaram Alan para casa assim que os policiais chegassem, e foi o que eles fizeram. Alan não se opôs, devido ao seu estado.
Na manhã seguinte, Alan recebeu uma intimação para prestar depoimento a polícia. Daniel veio encontrá-lo, para irem juntos a delegacia e, no caminho, informou-o do que teriam de dizer, o que Matt tinha ordendo que eles dissessem a polícia quando fossem chamados. Alan estava chocado demais e com medo demais para discordar. Sentia-se culpado, sentia-se um monstro, um lixo. Achava que jamais, nada, poderia fazê-lo se perdoar.
Em seu depoimento contou como tudo tinha acontecido, porém, assim como Matt queria, e por covardia mesmo, inverteu seu papel com o dele, informando a polícia que estava, sim, no carro, mas que Matt era quem dirigia.
O julgamento e a sentença demoraram quase um ano e, durante todo esse tempo, Alan mudou drasticamente seu estilo de vida. Vivia depressivo, não se interessava por nada. Tentava focar nos estudos, mas não tinha mais ânimo. Tentava ficar com as garotas, mas sentia sempre que não merecia. Quando visitava Matt na prisão, sentia-se a pior pessoa do mundo. Discutiu inúmeras vezes com o amigo, para que parasse de acobertá-lo, para que deixasse que ele assumisse a culpa, que o verdadeiro culpado fosse preso e julgado, mas Matt sempre conseguia convencê-lo de que não era Alan o responsável por tudo, afinal, o carro era de Matt, foi Matt quem os convenceu a sair naquela noite, foi Matt quem avisou sobre a outra festa, foi Matt quem mexeu com os universitários e Alan estar dirigindo era apenas um acidente de percurso.
Alan reprovou aquele ano no colégio, tendo que repetir o senior year.
Dessa forma, tudo foi se arrastando até o dia do último julgamento. Alan foi testemunha no tribunal e, depois de hesitar por um breve momento, ao olhar Matt ali, não conseguiu mentir e disse que era ele quem estava dirigindo o automóvel no momento do atropelamento. Aquilo simplesmente virou o tribunal de cabeça para baixo. Mais seis meses se arrastaram, agora com Alan sendo investigado. Mesmo assim, todas as provas já apontavam para Matt. As testemunhas diziam que era Matt quem estava dirigindo, ninguém sequer tinha visto Alan sair do carro ou, depois de tanto tempo ouvindo a mesma história que Matt contava, acabaram criando sua própria ilusão do acontecido. E essa ilusão deixava Alan completamente inocentado.
Logo os boatos começaram. Todos diziam que Alan era gay e apaixonado por Matt e, por esse motivo, tentava inocentá-lo, assumindo a culpa no caso. Daniel e George foram firmes, sempre dizendo que era Matt o motorista naquela noite. Depois de mais de um ano mentindo, não poderiam simplesmente ceder a vontade de Alan, até porque eles também acabariam sofrendo com as consequências de ter mentido para a justiça.
Matt recebeu a sentença: pena perpétua. Por dirigir embriagado e atropelar e matar Helen Corrigan.
Alan já não via os amigos ou o primo, completamente transtornado por não ser levado a sério e não ter como provar que ele é que era o culpado por tudo. Trancou-se no seu próprio mundo. Afundou-se nos estudos. Entrou na faculdade com um ano de atraso devido ao último ano que teve de repetir da HS. GGU somente o aceitou por suas excelentes notas antes do último ano e por entrevista com o diretor e os professores da antiga escola e até mesmo com o aluno.
Alan começou a cursar Física e é um dos alunos mais brilhantes da universidade. Por esse motivo, logo no início do primeiro ano, quando começou a se destacar nas aulas, recebeu o convite para tentar uma vaga da Athena, a fraternidade dos alunos considerados mais inteligentes de toda GGU. No início, Alan recusou. Esse não era um dos seus objetivos. Mas a insistência do antigo presidente o fez acabar aceitando e tentando a vaga. E conseguiu entrar sem maiores dificuldades.
No final do seu primeiro ano, recebeu a notícia de que Matt havia se suicidado na cadeia. A própria mãe do garoto foi até San Francisco só para entregar a Alan uma carta que o amigo havia deixado endereçada a ele. A carta pedia desculpa a Alan e que ele parasse de se se sentir culpado. Pedia que Alan também não se sentisse culpado pelo ato de Matt, ele não estava fazendo aquilo por arrependimento, mas sim pq não podia cogitar a possibilidade de viver trancado por toda a sua vida. Pior ainda, não conseguia mais pensar em quanto mal tinha feito a Alan e que ele se sentia muito mais culpado por Alan o odiar agora do que qualquer outra coisa. Matt finalizava a carta dizendo que sentia muito por tudo, mas que se Alan quisesse deixar a alma de Matt descansada, viveria sua vida plenamente, e aceitaria os atos de Matt como um presente perpétuo, se isso fizesse sentir-se melhor.
Depois de quase uma semana sem sair do seu quarto no alojamento, Alan finalmente decidiu mudar, tentar voltar a ter aquela vida que levava antes do acidente, mas percebeu que seria muito mais difícil. Tinha perdido o jeito com as pessoas, não sentia vontade de se reaproximar delas. Sentia falta, sentia-se sozinho, mas havia se acostumado a esse vazio, e sabia que o vazio não seria preenchido nunca mais. Ele teria de conviver com aquilo para o resto da sua vida.
Quando começou seu segundo ano, mudou-se para a mansão da fraternidade e ganhou um companheiro de quarto, Zac Gordon. Eles não são exatamente amigos, mas respeitam o espaço do outro e convivem bem dessa maneira, conversando pouco ou quase nada. Zac é químico e vive mais no laboratório da faculdade do que no próprio quarto, então eles não têm problemas.
Também no início do segundo ano, Daniel Harvey, seu primo, entrou para a GGU. Alan não tem um contato constante com ele e, quando se encontram, ainda sente um pouco de raiva por Dan não ter dito a verdade e o apoiado quando teve chance. No fundo, entende os motivos do primo, mas não consegue deixar de sentir que foi traído ou qualquer coisa do tipo.


PERSONALIDADE
Fechado, quieto, na dele. Não é nada sociável, fala pouquíssimo e, quando o faz, tem um tom ameno, baixo, tranquilo. Não frequenta bares e festas, não costuma beber, não utiliza drogas, não fuma. Não dança, não canta, não faz piada, não ri. Sorri com uma pouca frequência. É considerado esquisitão e misterioso e várias histórias sombrias rondam seu passado. Grande parte delas é pura lenda, boatos inventados pelos alunos curiosos.


ANOTAÇÕES DIVERSAS
* É alérgico a nozes, avelã e qualquer coisa desse tipo.



DADOS OFF

Nome completo: Aline Heibel
Apelido: Heibel
MSN: ahom5@hotmail.com
Outros personagens: Breanna Bennett, Jake Pahinui, Mae Fairmont, Simon Appleby, Tate Rhiver

_________________
Voltar ao Topo Ir em baixo
 
Alan Harvey
Ver o tópico anterior Ver o tópico seguinte Voltar ao Topo 
Página 1 de 1
 Tópicos similares
-
» Joalheria e Preciosidades

Permissão deste fórum:Você não pode responder aos tópicos neste fórum
 :: Área Off :: Fichas-
Ir para: